A pílula anticoncepcional faz parte da vida da maioria das mulheres sexualmente ativas ou que tomam o medicamento para outras funções. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), cerca de 25% do público feminino opta pela pílula como método de prevenção da gravidez. Contudo, em algum momento, muitas já quiseram saber o que corta o efeito do anticoncepcional. Afinal, há vários relatos de mulheres que engravidaram mesmo com o uso da pílula. Mas por que isso pode acontecer?
A ginecologista Nathalie Raibolt explica que a ineficácia da pílula depende de alguns fatores. Por exemplo, é importante tomar o medicamento a cada 24h. “O esquecimento ou atraso no início da cartela pode diminuir o efeito da pílula e liberar a ovulação. Logo, guardar a cartela na carteira ou na bolsa é uma boa estratégia para evitar esse deslize. Outra dica é usar aplicativos que lembram o horário de ingestão da pílula”, sugere.
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Apesar da assiduidade ser importante, algumas situações fogem do controle e podem interferir na ação do anticoncepcional. Veja as mais comuns.
Essa é a recomendação da especialista, que enfatiza o uso conjunto da pílula com a camisinha, principalmente para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Outras alternativas, como DIU, também são bem-vindas para reforçar a prevenção quando há suspeita de ineficácia do medicamento oral.