Elastina: como preservar e evitar a flacidez da pele?

24 de junho, 2022

Quando se fala em cuidados com a pele, é comum falar-se também sobre a elastina e as suas funções. Afinal, assim como o colágeno, ela tem um papel fundamental em manter a pele saudável, mas também sofre com os efeitos do tempo. 

“A elastina é uma proteína que forma as fibras elásticas, responsável pela elasticidade e resistência do nosso corpo”, explica a esteticista Carla Ghilardi, da Clínica Simone Neri. “Ela ajuda a dar firmeza e sustentação à pele, mantendo, assim, uma pele jovem e evitando o envelhecimento precoce.”

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Consequências da falta de elastina

É a falta da elastina que gera a famosa flacidez. Isso porque as fibras da proteína são mais finas do que as de colágeno e tendem a ceder à tração sofrida, além de existir em quantidade limitada no organismo. 

Por isso, não podemos repor a elastina perdida ao longo do tempo, mas é possível preservá-la. Assim, é possível evitar o envelhecimento precoce e garantir a saúde da pele

“O que devemos fazer para manter a elastina é se alimentar corretamente, com vegetais verdes, antioxidantes, frutas, vitamina C, ômega 3, ovo, etc.”, explica a esteticista. “É possível também estimular a síntese de elastina através de cremes com ácido retinoico e derivados de vitamina A.”

Como resultado, pode-se esperar menos flacidez e, como dito, uma pele menos envelhecida. Parece uma boa ideia, certo? 

A alimentação infere na flacidez?

Quem cuida da saúde, muitas vezes, abre mão de alimentos gordurosos e fritos. No entanto, uma renúncia completa aos produtos contendo gordura afeta a condição da pele. Alguns ácidos graxos (ômega-3 e ômega-6) mantêm a elasticidade da membrana celular, suportam a imunidade e ainda reduzem o risco de desenvolver câncer. Já o consumo excessivo de açúcar afeta a elasticidade da pele, desencadeando o processo de envelhecimento. De acordo com estudos, moléculas de açúcar não digeridas podem inibir o colágeno e a elastina na pele. Quanto mais açúcar você consome, mais flácida a pele fica. Ou seja, o ideal é buscar orientação médica para saber o que faz bem ou não. 

Fonte: Carla Ghilardi, esteticista da Clínica Simone Neri.

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