Não é incomum ter dificuldade para emagrecer, mesmo seguindo uma dieta correta e uma rotina de exercícios consistente. Porém, uma possível razão para não ver os resultados da balança é a síndrome de Cushing. Resumidamente, esse é o nome dado à condição que provoca a elevada quantidade de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse, no sangue.
Também chamada de hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, essa síndrome dificulta o processo de emagrecimento e também provoca outros efeitos colaterais. Por exemplo, o acúmulo de gordura na região abdominal e no rosto, bem como o desenvolvimento de estrias vermelhas no corpo e pele oleosa com tendência a desenvolver acne.
A princípio, o cortisol é um hormônio liberado pela glândula adrenal, cujo excesso no sangue também causa a Doença de Cushing, um diagnóstico diferente da síndrome de mesmo nome.
Em resumo, a diferença principal entre os dois diagnósticos é que a síndrome de Cushing pode ser originada pelo desequilíbrio da glândula suprarrenal (ou adrenal). Em contrapartida, a doença de Cushing é resultado de um desequilíbrio na hipófise.
Basicamente, a síndrome se desenvolve graças ao excesso de medicamentos corticoides geralmente utilizados no tratamento de artrites ou, ainda, em decorrência da produção excessiva do hormônio pelo próprio organismo.
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Além de dificultar o processo de emagrecimento, a síndrome provoca efeitos colaterais no corpo que facilitam sua identificação, como:
Ainda, especialmente em mulheres pode ocorrer o aparecimento de pelos faciais e acne, alterações na voz, bem como queda de cabelo e redução das mamas.
Porém, o diagnóstico apropriado deve ser feito por médicos especialistas, como um endocrinologista, que deverá pedir por exames de sangue e mais. Assim, um tratamento com medicamentos pode ser sugerido para controlar a fabricação alterada do hormônio no corpo.
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