À medida que as pessoas vão envelhecendo, mais suscetíveis a doenças vão ficando. Como o Alzheimer, um dos problemas neurodegenerativos mais comum e uma das principais causas de demência. Nesse sentido, segundo um estudo sobre envelhecimento liberado pelo Ministério da Saúde, essa doença atinge 33% da população brasileira com mais de 85 anos.
Os dados de algumas pesquisas mostram que as mulheres são as mais afetadas. Além disso, de acordo com um estudo recente, a reposição do estrogênio pode prevenir o Alzheimer.
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O estudo foi publicado no Journal of Alzheimer’s Disease e teve como foco principal a reposição hormonal para controlar a doença de Alzheimer. Entretanto, os pesquisadores também estudaram uma variedade de possíveis fatores de risco nas mulheres, que incluíam idade, estágio reprodutivo e níveis hormonais.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores realizaram o estudo baseado em experimentos com camundongos. Assim, eles descobriram que a reposição de estrogênio reverteu a patologização da proteína tau (células nervosas afetadas em pessoas com Alzheimer) por meio de atividade antioxidante.
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Dessa maneira, para os autores da pesquisa, os resultados sugerem que se as mulheres tiverem uma reposição de estrogênio na menopausa, o risco de desenvolver essa doença pode diminuir.
Contudo, apesar dos resultados, mais pesquisas são necessárias para verificar se as descobertas são realmente eficazes.
Os sintomas de Alzheimer podem incluir: