Após um tratamento de câncer, as pessoas podem apresentar diversos efeitos colaterais. Uma das consequências, por exemplo, é a neutropenia, uma doença que pode afetar os pacientes oncológicos após os tumores. Entenda mais sobre a condição.
A condição se dá pelos níveis muito baixos de neutrófilos, um glóbulo branco que auxilia no combate de infecções, eliminando bactérias e fungos. Como resultado, aumenta o risco de infecções graves. De acordo com o Instituto Oncoguia, a condição ocorre em metade dos pacientes em quimioterapia e também é comum em pacientes com leucemia.
A gravidade da condição depende dos níveis dos neutrófilos no corpo, que podem ser:
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Além disso, quem sofre com a neutropenia grave ou longa tem mais chances de infecção.
A condição é silenciosa e geralmente não causa nenhum sintoma. Assim, os pacientes recebem o diagnóstico através de exame de sangue. Em pacientes mais jovens, a condição pode se agravar com mais facilidade.
Dessa forma, é indicado buscar auxílio médico ao perceber quadros de febre, arrepios ou transpiração, dor abdominal, diarreia, feridas ao redor do ânus, tosse ou dificuldade para respirar, úlceras na boca e corrimento ou coceira vaginal. As infecções mais comuns em pacientes com neutropenia profunda são: celulite, furunculose, pneumonia e sepse (infecção generalizada).
Em alguns casos, o uso de antibióticos é sugerido para evitar infecções. Além disso, o tratamento é feito nas condições associadas, como a pneumonia, por exemplo. Se a suspeita estiver relacionada ao uso de algum medicamento, é necessário suspendê-lo.
Referências: Instituto Oncoguia; Manual MSD.