Vitamina C aumenta a imunidade, como afirma Larissa? Entenda

Saúde
23 de Janeiro, 2023
Vitamina C aumenta a imunidade, como afirma Larissa? Entenda

Larissa, participante do BBB 23, pediu à produção do programa vitamina C para aumentar a imunidade.  “Se puder, manda uma vitamina C, porque eu sinto que a minha imunidade está muito baixa desde a primeira prova”, disse a sister. Mas será que a vitamina C de fato aumenta a imunidade? Entenda.

Leia mais: Vitamina C: para que serve, como tomar e benefícios

Vitamina C realmente aumenta a imunidade?

De fato, pesquisas indicam que a vitamina C tem relação direta com a melhora da imunidade. Por ser solúvel em água, acredita-se que ela faça parte da primeira linha de defesa do organismo, contribuindo para seus efeitos moduladores imunológicos ativos e inativos.

Em outas palavras, a vitamina C protege as células do organismo contra o estresse oxidativo causado por infecções, demonstrando seu papel na saúde.

Assim, a deficiência de vitamina C resulta em imunidade prejudicada e, consequentemente, maior risco de contrair doenças. No entanto, não há evidencia de nenhum efeito significativo da suplementação com vitamina C para prevenção de resfriado comum, mas alguns estudos demonstram diminuição do período e gravidade da doença, bem como na melhora dos sintomas.

Quando suplementar?

Geralmente,  a suspeita de alguma deficiência nutricional ocorre a partir de sintomas como cansaço e fadiga frequentes, mesmo após uma noite de sono ininterrupta. Para confirmar o quadro, o médico pode solicitar exames de sangue que avaliam diversos indicadores.

Atualmente, existem diversos suplementos com combinações estratégicas, pensadas para suprir a demanda do sistema imunológico. Mas, lembre-se: só consuma esse tipo de produto sob orientação médica.

Quantidade recomendada de vitamina C

A quantidade diária recomendada é de 75 mg para mulheres e 90 mg para homens. É até comum ultrapassar essa quantidade para o dia, mas geralmente não há efeitos colaterais. Os profissionais alertam que quantidades exageradas, superiores a 2 g, causam efeitos colaterais como náuseas, vômitos, diarreia, dor de estômago, fadiga, sonolência ou insônia, dor de cabeça e podem sobrecarregar os rins.

Referência: Pubmed.

Sobre o autor

Fernanda Lima
Jornalista e Subeditora da Vitat. Especialista em saúde

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