Quando o assunto é inverno, a primeira coisa que a maioria das pessoas pensa é no clima frio. Mas vale lembrar que a estação também é marcada por uma menor incidência do sol. Esse fator climático do inverno, além de baixar a motivação de muita gente, pode provocar uma queda nos níveis de vitamina D no organismo. Por isso, é muito importante ficar atento aos sinais da deficiência do nutriente. Entenda:
Quando as temperaturas caem, doenças respiratórias costumam aparecer com uma maior frequência — gripes, resfriados, Covid-19 e pneumonia, por exemplo. E como a vitamina D é uma grande responsável pela manutenção do sistema imunológico, é preciso ficar de olho nela.
Isso porque a principal forma de repor o nutriente no organismo é com a exposição solar. Assim, ela precisa ser feita todos os dias, entre 10 e 20 minutos, para garantir os resultados esperados.
Para conseguir corrigir a necessidade de dose diária, é necessário fazer um exame laboratorial de dosagem de vitamina D. O paciente, então, faz a retirada de sangue, e existem aparelhos modernos que conseguem mostrar a sua dosagem em até 20 minutos, por meio da gota de sangue, garantindo um resultado ágil e assertivo.
Se a vitamina D estiver abaixo de 30, isso significa que ela não está boa. Para os pacientes que se encontram nesse cenário, a suplementação é o recurso mais indicado (mas somente com inidicação médica). A dose ideal é de 30 a 100. É fundamental deixar claro que dosagens acima de 100 oferecem risco de toxicidade. Contudo, se uma pessoa já apresenta a deficiência, dificilmente chegará próximo de 100.
Leia também: Vitamina D em excesso pode prejudicar os ossos
A falta dessa vitamina tão importante implica em diversos problemas de saúde. Confira os mais comuns:
Leia também: Vitamina D reduz o risco de contrair o coronavírus?