DIU de Cobre: O que é, como funciona e possíveis efeitos colaterais

7 de janeiro, 2022

Quando falamos em métodos contraceptivos, podemos pensar em diversos deles. Mas você já ouviu falar no DIU de cobre? Também conhecido como dispositivo intra-uterino, este método é bastante popular entre as mulheres que preferem uma maneira mais permanente e passiva de contracepção

Para quem não conhece, é simples: segundo o Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e pediatra da clínica Criogênesis, o DIU de cobre é um método anticoncepcional não hormonal baseado na inserção de um dispositivo dentro do útero da mulher. 

“Ele gera um processo inflamatório que altera a capacidade de implantação do útero e também gera um ambiente hostil para os espermatozoides, alterando a sua capacidade de fertilização. Dependendo do fabricante, pode durar até 10 anos”, continua. 

Além do DIU de cobre, também existe DIU Mirena e Kyleena, opções hormonais. Assim, eles são feitos de plástico e contam com doses do hormônio levonorgestrel, que vai sendo liberado aos poucos no útero.

Leia mais em: DIU Kyleena: Saiba como funciona, quais as vantagens e indicações

Benefícios do DIU de cobre

A grande vantagem do DIU é que uma vez posto, ele não precisa ser retirado ou trocado até a sua data de validade. A partir daí, basta uma consulta ao médico ginecologista para retirá-lo do útero e, caso seja do desejo da mulher, inserir um novo no lugar.  

Além disso, muitas mulheres se perguntam sobre os efeitos colaterais do DIU de cobre. Normalmente, diz o médico, ele pode gerar maior tempo e volume do sangramento menstrual e, em uma parcela das pacientes, pode aumentar as cólicas. Por isso, é essencial manter o acompanhamento médico durante esse processo. 

Quando se fala em gravidezes, é importante lembrar que o DIU é um método anticoncepcional, mas ainda assim, fica a dúvida: quem tem DIU pode engravidar? “É possível, mas é importante ressaltar que esta chance é muito baixa. Em relação aos outros métodos anticoncepcionais, é considerado um dos mais seguros em relação a evitar a gravidez”, diz. 

Fonte: Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e pediatra da clínica Criogênesis.

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