Cigarros eletrônicos no Brasil: 20% dos jovens consomem; relembre os perigos

Saúde
29 de Agosto, 2022
Cigarros eletrônicos no Brasil: 20% dos jovens consomem; relembre os perigos

Os cigarros eletrônicos, também conhecidos como “PODs” e “Vaper”, são uma febre, principalmente entre os adolescentes. Assim, um relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) mostrou que o uso de cigarros eletrônicos no Brasil atinge 20% da população jovem. 

A estimativa de 20% inclui jovens de 18 a 25 anos, segundo dados da Universidade Federal de Pelotas e da Organização Global de Saúde Pública. A comercialização dos cigarros eletrônicos no Brasil têm autorização do governo, mas mesmo assim, o consumo é grande. Diferentemente do cigarro, os malefícios do cigarro eletrônico afetam os usuários de forma mais rápida, podendo ser notados com poucos dias de uso do aparelho. 

No relatório, a organização mostra que o consumo de tabaco caiu de 28% em 2000 para 16,3% em 2020 no continente americano. Contudo, os cigarros eletrônicos preocupam.

Leia também: Cigarro eletrônico: como atrapalha a saúde do coração?

Cigarros eletrônicos no Brasil: riscos do dispositivo 

O vape se popularizou pois, como informação inicial, seria uma forma de reduzir o consumo de cigarros comuns, cessando o vício em nicotina. Entretanto, o uso do aparelho causa problemas graves à saúde, além de também conter nicotina em muitos dispositivos. 

O efeito que mais acomete os usuários é o desconforto respiratório e a qualidade da respiração. Então, conforme o uso do cigarro eletrônico acontece, o problema se torna maior e pode resultar em um quadro grave, capaz de levar à morte. Em junho de 2022, Stella Martins, especialista em dependência química, afirmou que usuários de cigarros eletrônicos têm 42% de chance a mais de terem um infarto
O uso de cigarros eletrônicos pode resultar no diagnóstico da Evali, doença que se trata de uma lesão pulmonar. A condição foi preocupante em 2019, quando se espalhou por jovens estadunidenses. Entre os sintomas estão a tosse, dor abdominal, falta de ar, fadiga, febre e calafrio. Em casos mais severos, a Evali chegou a causar a morte de adolescentes.

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