Junto com os anos de experiência e maturidade, o envelhecimento também traz consigo a necessidade de cuidado com a alimentação. Isso porque tudo que comemos e bebemos funciona como um combustível para sanar as deficiências nutricionais, evitar problemas de saúde e seguir firme, avançando os anos. Para te ajudar nessa tarefa, a Vitat separou os melhores nutrientes para idosos. Confira a seguir!
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A alimentação pode ser um desafio particular já na entrada à terceira idade, aos 45 anos. Isso porque à medida que o envelhecimento avança, apresentamos mais dificuldade para consumir a quantidade adequada de nutrientes.
“Isto pode ocorrer por mudança no paladar dos alimentos, problemas dentários (dor ou próteses) e até por dificuldades para engolir alimentos sólidos, levando a escolhas alimentares limitadas. Algumas doenças crônicas, como diabetes, hipertensão podem exigir dietas especiais restringindo também a ingestão de alimentos podendo contribuir para não atingir a quantidade ideal”, ressalta a médica geriatra Simone de Paula.
Mas além desses fatores, uma das questões mais importantes é a diminuição do metabolismo. Essa velocidade mais baixa para digerir alimentos pode gerar ganho de peso, fadiga e dificuldade para realizar atividades simples do dia-a-dia.
“Isso significa que o corpo pode precisar de menos calorias favorecendo a menor ingestão de alimentos. Porém, a necessidade de alguns nutrientes, como proteína, cálcio e vitamina D aumentam”, complementa a médica.

Mantenha a ingestão de proteínas para manter a massa muscular e a saúde dos ossos, evitando condições que impactam significativamente na qualidade de vida, como a sarcopenia. Peixes, frango, ovos e leguminosas são boas fontes de proteína magra.
Alimentos ricos em fibras, como grãos integrais, frutas e vegetais ajudam na digestão e previnem problemas gastrointestinais.
“Devemos ter atenção à ingestão de cálcio e vitamina D para a saúde dos ossos. Assim, laticínios com baixo teor de gordura e folhas verdes são de grande valia na alimentação das pessoas nessa faixa etária”, explica o nutricionista Felipe.
Também não podemos esquecer também da vitamina K. Ela desempenha um papel crucial na saúde óssea, pois auxilia na absorção adequada de cálcio, fortalecendo os ossos. Além disso, a vitamina K também atua na regulação de proteínas que desempenham um papel na mineralização dos ossos, contribuindo para a manutenção da densidade óssea e a prevenção de doenças como a osteoporose.
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Por fim, as fibras devem ocupar uma parte da alimentação, já que a capacidade intestinal é prejudicada nessa fase, o que dificulta os movimentos que expelem o bolo fecal do organismo. Por isso, lembre-se de ingerir alimentos como grãos integrais, frutas e vegetais pode ajudar na digestão e prevenir problemas gastrointestinais.
Embora seja conhecida amplamente como vitamina, na verdade esse componente trata-se de um hormônio que desempenha um papel essencial na absorção de cálcio e fósforo, na saúde óssea e no funcionamento adequado do sistema imunológico. Pode ser encontrado em ovos, atum, fígado e outros peixes, porém, a quantidade que pode ser adquirida via alimentação é muito baixa. Por isso, a exposição ao sol é fundamental para estimular a produção natural pelo organismo.
O que evitar nessa fase:
Para seguir avançando os anos com saúde e bem-estar, além de consumir os nutrientes essenciais para idosos, o modo como eles são ingeridos também têm efeito sobre a saúde. Portanto, confira essas dicas:
“É importante que os idosos tenham uma dieta equilibrada, adaptada às suas necessidades individuais, e recebam orientações de profissionais de saúde, como nutricionistas e geriatras, para enfrentar esses desafios nutricionais e manter uma boa saúde ao longo do envelhecimento”, complementa a médica geriatra.
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