O Agosto Laranja é uma campanha de conscientização sobre a esclerose múltipla. A doença afeta 2,5 milhões de pessoas no mundo, sendo 35 mil brasileiros. E, durante esse mês, é importante ressaltar os hábitos que melhoram a qualidade de vida de indivíduos com este problema, como a prática de exercícios.
A doença provoca lesões no sistema nervoso central (cérebro, nervos ópticos e medula espinhal), e é causada por uma reação autoimune do organismo. Os sintomas costumam incluir formigamento, adormecimento, fraqueza em um ou mais membros, perda de equilíbrio e visão embaçada ou dupla.
Além disso, a esclerose múltipla possui maior prevalência em pessoas de 20 a 50 anos de idade. Sem contar que afeta majoritariamente as mulheres.
Antes de mais nada, é importante ressaltar que pessoas com esclerose múltipla devem buscar avaliação médica ao iniciar qualquer atividade física. Assim, a prática de exercícios pode trazer muitos benefícios, especialmente para o tratamento dessa doença. Confira a seguir:
A fadiga é um dos principais sinais que aparecem nos pacientes com essa doença. Por isso, a prática de atividades físicas é essencial, uma vez que promove inúmeros benefícios para o corpo. Entre eles, podemos incluir a melhora do humor, o controle da bexiga, o aumento da força e a construção de ossos mais fortes.
De acordo um estudo publicado no Journal of Sports Medicine and Physical Fitness em 2014, oito semanas de exercícios aquáticos ajudaram a melhorar a qualidade de vida e a diminuir a percepção de fadiga em mulheres com EM.
Antes de mais nada, é importante ressaltar que pessoas com esclerose múltipla devem buscar avaliação médica ao iniciar qualquer exercício.
Outro estudo, desta vez feito por pesquisadores da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, descobriu que a musculação e outras atividades de força beneficiam diretamente o cérebro de quem tem esclerose múltipla.
A saúde mental não fica de fora. Atividades de intensidade moderada, como correr, dançar ou andar de bicicleta, melhoram o humor de pessoas que estão deprimidas.
E de acordo com uma pesquisa publicada nos Arquivos de Medicina e Reabilitação Física, esse benefício é importante para quem tem esclerose múltipla.

