Compressa quente ou fria: Saiba quando usar cada uma

Bem-estar Movimento
29 de Março, 2021
Compressa quente ou fria: Saiba quando usar cada uma

Quando o nosso corpo sofre algum tipo de lesão, em seguida, surgem dores, vermelhidão e até mesmo inchaço. Para lidar com isso, muitas pessoas optam por utilizar compressa quente ou fria. Mas você sabe a diferença entre os dois?

Embora as duas opções sejam ótimas alternativas para aliviar a dor, é importante saber o funcionamento de cada um.

Compressa quente ou fria: Saiba quando usar cada uma delas

Compressa fria

A compressa fria é muito usada por atletas. Geralmente, eles utilizam a técnica de imersão, entrando em uma banheira de gelo após uma partida.

Dessa maneira, os especialistas indicam as bolsas de gelo após pancadas, distensões musculares ou lesões nas articulações. O recomendado é utilizá-las nas primeiras 48 horas após o trauma. 

Isso porque o gelo altera o metabolismo local, restringe o fluxo sanguíneo e evita que uma lesão primária se torne mais extensa. Assim, reduz o inchaço, a dor e evita hematomas. 

Portanto, use por um período de 15 a 20 minutos. Opte por colocar o gelo triturado em um saco plástico e use uma toalha para não queimar a pele. 

No entanto, você deve tomar alguns cuidados. Pois caso permaneça em contato direto com a pele por um longo período de tempo, pode gerar lesões e até mesmo paralisias de impulsos em trajetos nervosos.

Leia também: Crioterapia: Conheça o tratamento com gelo que reduz as dores

Compressa quente

Provavelmente, você já deve ter visto ou até mesmo usado uma bolsa de água quente para diminuir a temida cólica menstrual. 

A compressa quente é fundamental para aumentar o fluxo sanguíneo. Melhora a função de tendões e músculos. Por isso, traz aquela sensação de relaxamento e alteração da sensibilidade.

Sendo assim, a técnica é recomendada – especialmente –  nos casos de dores crônicas em qualquer região do corpo. A água quente auxilia nas dores após 48 horas da lesão ou trauma. 

Contudo, é necessário estar atento a alguns fatores. A água não pode estar muito quente para não queimar a pele. 

Leia também: Transtorno disfórico pré-menstrual: Conheça a “super” TPM

Sobre o autor

Julia Moraes
Jornalista e repórter da Vitat. Especialista em fitness, saúde mental e emocional.

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