O transtorno – ou síndrome – do pânico é uma doença caracterizada pela ocorrência de crises de ansiedade inesperadas e pelo medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivos para isso.
Essas crises são associadas a sintomas físicos e emocionais que podem durar até 10 minutos. No geral, os indivíduos experimentam a sensação de que vão morrer ou de que perderam o controle sobre si mesmos.
As crises de pânico ocorrem principalmente quando o indivíduo tem uma preocupação persistente com a possibilidade de ter novos ataques, por medo de perder o controle ou ter um ataque cardíaco, por exemplo. Desse modo, os episódios podem se repetir frequentemente, atrapalhando a qualidade de vida do paciente.
O transtorno do pânico costuma atingir mais mulheres do que homens. A explicação deste fator é que no sexo feminino há uma sensibilização das estruturas cerebrais pela flutuação hormonal, pois a incidência de pânico aumenta no período fértil.
As razões para desenvolver o transtorno do pânico são diversas. Mas de acordo com Cristine Lima, psicóloga da Clínica Eubiose, a principal causa é a estrutura emocional do indivíduo. Por exemplo, se ela está muito ligada com a insegurança, com as preocupações ou com o negativismo.
Além disso, o abuso de certos medicamentos, drogas e álcool podem estar envolvidos.
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Os sintomas da síndrome do pânico podem variar dependendo de cada pessoa, mas os mais comuns incluem:
Assim como diversos outros tipos de transtornos, existe tratamento para a síndrome do pânico.
O recomendado é a psicoterapia, na qual o indivíduo contará suas experiências e sentimentos para o terapeuta, a fim de entender os processos emocionais que estão provocando as crises. Em casos mais graves, o psiquiatra prescreve medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos.
Ainda, você pode seguir algumas dicas da psicóloga Cristine para lidar melhor com as crises:
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Fonte: Cristine Lima dos Santos, psicóloga e coordenadora da Clínica Eubiose Integração e Saúde.