Os bloquinhos na rua, os desfiles, glitter, maquiagem, fantasias, praia e muito sol são itens que o brasileiro não esquece quando chega a época mais animada do ano: o carnaval.
Contudo, é importante lembrar que é preciso ter atenção cuidados com a pele para evitar as queimaduras solares — tanto para os foliões mais festeiros como para quem quer descansar curtindo uma piscina ou o mar.
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“A data é marcada pelo alto verão no Brasil, quando as temperaturas estão mais altas. Sendo assim, as pessoas ficam com a pele mais exposta e muitas esquecem do protetor solar, que além de proteger a pele e mantê-la mais jovem, previne o câncer de pele”, explica Michele Brajão, enfermeira estomaterapeuta e coordenadora da clínica ConvaCare.
Segundo estudo da Unicamp sobre a utilização de fotoproteção no Brasil, 71% da população brasileira não usa protetor solar diariamente. Além disso, 55% não sabe a quantidade ideal de produto sobre a pele contra os nocivos raios UVA e UVB.
Michele explica que a falta de protetor solar na exposição ao sol pode causar queimaduras solares graves. Sobretudo a insolação, provocada pelo excesso de exposição ao sol e ao calor intenso e que pode ser fatal.
“Quando ficamos com a pele vermelha após se expor ao sol, já sofremos uma agressão além da conta. A insolação, em casos mais graves, pode provocar diversas complicações em órgãos vitais, como o cérebro. Uma das principais características é a desidratação, que precisa de tratamento imediato para não piorar o estado de saúde do paciente”, comenta a enfermeira.
Os sintomas das queimaduras solares podem começar logo após a primeira hora de exposição e, normalmente, atingem seu pico no período de três dias. As queimaduras de sol são classificadas em três graus: