Como criar uma rotina de exercícios e manter o ritmo
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Você já reparou como o corpo muda durante o tratamento?
A disposição oscila, o apetite muda, o cansaço aparece de outro jeito. Durante essas mudanças no tratamento, o movimento é um dos aliados mais poderosos: ele ajuda o corpo a se ajustar, mantém a força e melhora o humor.
E o melhor — não precisa ser complicado. Caminhar, alongar ou dançar uns minutos por dia já faz diferença. O segredo está em começar… e continuar.
5 maneiras simples de manter o movimento na rotina
1. Faça o que cabe no seu dia
Não é preciso começar com longos treinos: dez minutos de caminhada já são um ótimo ponto de partida. A constância é o que mais conta, já que o corpo se adapta melhor quando o movimento acontece com regularidade.
E a Organização Mundial de Saúde (OMS) reforça: qualquer quantidade de atividade física é melhor do que nenhuma.
2. Inclua o movimento em suas pausas
A rotina corrida muitas vezes nos faz passar horas sentados — e isso impacta mais do que parece: de acordo com a OMS, quanto mais tempo o corpo permanece parado, maior o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e até alguns tipos de câncer.
Mas há uma boa notícia: substituir parte desse tempo sentado por atividades de qualquer intensidade — mesmo leves — já traz benefícios reais à saúde.
Levantar-se a cada hora, alongar os ombros, dar uma volta no quarteirão ou caminhar enquanto fala ao telefone são atitudes simples que ajudam o corpo a funcionar melhor.
Essas pequenas pausas melhoram a circulação, aliviam o estresse e despertam a mente — um cuidado que o corpo sente na hora.
3. Transforme tarefas em oportunidades de se mexer
Nem sempre dá tempo de fazer um treino completo, mas há muitas formas de se mover. Passear com seu cachorro, brincar com os filhos ou descer um ponto antes do destino também contam.
Toda forma de movimento traz benefícios — seja no trabalho, no lazer ou nas tarefas do dia a dia.
4. Escolha algo que combine com você
Segundo a OMS, qualquer movimento que aumente a frequência cardíaca já conta como atividade física — e quanto mais prazer você sente ao praticá-lo, maior a chance de manter a constância.
Você pode optar por atividades de intensidade moderada, como caminhar em ritmo acelerado, treinos de força, pedalar, dançar ou nadar, que ajudam o corpo a trabalhar sem sobrecarga.
Se preferir algo mais intenso, vale apostar em corridas leves, aulas de ginástica, jogos coletivos ou, sempre respeitando o seu preparo e as orientações do seu profissional de saúde.
5. Respeite o seu ritmo e valorize as pequenas conquistas
Nem todos os dias terão o mesmo ritmo — e está tudo bem. Durante o tratamento, é comum ter mais disposição em alguns dias e menos em outros.
O importante é não parar, você pode — e deve — ajustar o movimento ao seu dia a dia com o auxílio de um profissional de educação física, compreendendo e levando em conta os principais desafios dessa adaptação.
Lembre-se
A OMS recomenda de 150 a 300 minutos de atividade física aeróbica (como esteira e bicicleta) moderada por semana — mas ninguém precisa chegar lá de uma vez: comece com o que for possível e vá aumentando aos poucos.
Mexer o corpo é mais do que parte do tratamento: é uma forma de cuidar de si, todos os dias, com leveza e constância.
O apoio profissional é indispensável para tirar dúvidas e orientar cada pessoa de forma individualizada. Em caso de dúvidas, procure por um especialista para uma avaliação completa e personalizada.
Referência bibliográfica:

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