Benefícios da reposição hormonal: conheça 9

Saúde
29 de Março, 2023
Benefícios da reposição hormonal: conheça 9

O corpo humano é uma verdadeira máquina, capaz de executar tarefas complexas e inimagináveis. Quando pensamos no funcionamento do corpo feminino, ficamos ainda mais impressionados com a vasta capacidade de desempenhar funções. Contudo, o desenvolvimento de doenças ginecológicas ou a chegada da menopausa provoca um declínio na produção de hormônios. Nesse caso, é comum a recomendação de reposição hormonal, mas você conhece seus benefícios?

Leia mais: Reposição hormonal: saiba o que é e quando é indicada

Por que repor hormônios?

A reposição hormonal feminina é um tratamento que busca repor os hormônios que estão em déficit no organismo. Dessa forma, utilizam-se hormônios bioidênticos, ou seja, que possuem a mesma composição química dos hormônios naturais.

Os principais hormônios utilizados na reposição são o estrogênio e a progesterona, mas em alguns casos a testosterona e a gestrinona também podem ser utilizadas. De acordo com a Dra. Loreta Canivilo, ginecologista, o principal objetivo da reposição hormonal é minimizar os desconfortos que surgem com a queda dos hormônios e trazer mais bem-estar para a mulher.

Benefícios da reposição hormonal

A reposição hormonal pode ser uma opção para minimizar os efeitos da menopausa ou para o tratamento de doenças ginecológicas. Assim, alguns dos principais benefícios são:

  • Diminuição no risco de sofrer fraturas ósseas;
  • Colabora na diminuição do risco do desenvolvimento de Alzheimer;
  • Reduz as oscilações bruscas de humor e melhora os sintomas da depressão;
  • Melhora da qualidade do sono em mulheres que sofrem com os suores noturnos;
  • Redução das ondas de calor;
  • Melhora no aspecto da pele;
  • Aumenta a lubrificação vaginal e a libido feminina;
  • Melhora a disposição;
  • Evita e trata a queda capilar.

Alguns pacientes revelam sentir-se melhor quase instantaneamente após a reposição hormonal. No entanto, em média, os efeitos serão perceptíveis cerca de duas a três semanas após o início do tratamento.

“Vale destacar que é necessária uma avaliação para entender as reais necessidades de cada paciente e só assim escolher de forma assertiva os hormônios”, ressalta a especialista.

Fonte: Dra. Loreta Canivilo, ginecologista, obstetra, ginecoendócrino e professora, formada pela Faculdade de Medicina ABC.

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