A hipervigilância é um estado de atenção, sensibilidade e alerta do seu ambiente. Isso pode fazer com que você se sinta alerta a qualquer perigo oculto. No entanto, muitas vezes esses perigos não são reais.
Ela pode ser caracterizada como um sentimento desagradável. Isso porque você não apenas percebe as sensações mais prontamente, como também é provável que não consiga desviar sua atenção delas.
Pode acontecer com a maioria das pessoas. Por exemplo, quem assiste a um filme de terror ou visita uma casa temática “mal-assombrada” geralmente fica aterrorizado com alguns ruídos, como portas batendo. Assim, outros podem ser hipervigilantes quando se trata de coisas específicas, como sons agudos ou desconforto físico.
A princípio, pessoas com hipervigilância podem provavelmente experimentar os seguintes sintomas:
A hipervigilância pode ser causada por diversos fatores. Por exemplo, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), fibromialgia, hipertireoidismo, doença adrenal, privação do sono, transtornos de ansiedade e esquizofrenia são alguns dos distúrbios médicos que aumentam a probabilidade de hipervigilância. Além disso, existem gatilhos comuns que podem causar ou contribuir para episódios da condição:
Por fim, o médico irá determinar a melhor maneira de tratar a hipervigilância. Assim, o profissional que fizer essa avaliação poderá indicar um psicólogo adequado para te auxiliar no sintoma. Dessa maneira, pode ser necessário conversar sobre certos traumas e experiências que podem ter levado aos medos atuais.
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